Capricho dos ventos
Ao capricho de quais sejam os ventos
Não sei de onde venho nem quando vou
Procuro em cada taça o seu brilho
O frio do trilho, o cheiro do mar
Procuro no brilho de cada taça
O cheiro do mar que nunca me toca
No som do sol a refletir em mim
A curva do rio, a cachoeira na pedra
Em noites vazias
Humores vadios a vagar por vielas
Truncadas sem janelas nem sentido
Nas sombras sem fronteiras ou futuro
Transpiram pelo muro dos horrores
Fluam em seu curso natural, deixem-me
Para que eu possa dormir outra vez
e acordar desse mundo infernal
(Agosto 2001)
Não sei de onde venho nem quando vou
Procuro em cada taça o seu brilho
O frio do trilho, o cheiro do mar
Procuro no brilho de cada taça
O cheiro do mar que nunca me toca
No som do sol a refletir em mim
A curva do rio, a cachoeira na pedra
Em noites vazias
Humores vadios a vagar por vielas
Truncadas sem janelas nem sentido
Nas sombras sem fronteiras ou futuro
Transpiram pelo muro dos horrores
Fluam em seu curso natural, deixem-me
Para que eu possa dormir outra vez
e acordar desse mundo infernal
(Agosto 2001)

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